terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Filosofia: conhecimento da pesquisa do seu tempo
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Cérebro humano conspira contra os debates ponderados
HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA
O neurocientista português António Damásio mostrou que é impossível até mesmo pensar sem mobilizar as emoções, mas isso não é desculpa para não tentarmos travar debates racionais, especialmente quando discutimos políticas públicas.
O chamado "controle "top-down'", no qual o neocórtex -o, vá lá, cérebro racional- assume o comando, sobrepondo-se a nossas inclinações e apetites naturais, é um evento relativamente raro, mas não desconhecido.
De um modo geral, ocorre exatamente o contrário. Nosso órgão executivo central é que age segundo um sistema de preferências internas preestabelecidas, com base em emoções e intuições morais esculpidas por condicionamentos culturais.
A feliz imagem de Robert Wright resume bem a situação: "O cérebro é como um bom advogado: dado um conjunto de interesses a defender, ele se põe a convencer o mundo de sua correção lógica e moral, independentemente de ter qualquer uma das duas. Como um advogado, o cérebro humano quer vitória, não verdade".
Esse sistema está tão enraizado dentro de nós que, de acordo com o psicólogo Jonathan Haidt, depois que um juízo intuitivo foi proferido e reforçado por uma racionalização, existem poucas circunstâncias sob as quais esse juízo pode ser alterado.
Artigo completo (assinantes da Folha ou do UOL: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2310201004.htm
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Neurônios individuais têm poder computacional

Redação do Site Inovação Tecnológica - 13/08/2010
Dendritic Discrimination of Temporal Input Sequences in Cortical Neurons
Tiago Branco, Beverley A. Clark, Michael Häusser
Science
12 August 2010
Vol.: Science Express Reports
DOI: 10.1126/science.1189664
sexta-feira, 2 de julho de 2010
O nascimento da sinapse
Professor da UFSCar disponibiliza livros de filosofia da mente

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Cochilo diurno aumenta capacidade de aprendizado do cérebro, dizem cientistas da UC Bekerley
Um programa de sono bifásico (à noite e de dia, este último de cerca de uma hora e meia) pode aumentar dramaticamente e restaurar a capacidade de aprendizado do cérebro -- revela experimento realizado na Universidade da Califórnia em Bekerley.
A midday nap markedly boosts the brain's learning capacity
If you see a student dozing in the library or a co-worker catching 40 winks in her cubicle, don't roll your eyes. New research from the University of California, Berkeley, shows that an hour's nap can dramatically boost and restore your brain power. Indeed, the findings suggest that a biphasic sleep schedule not only refreshes the mind, but can make you smarter.
Conversely, the more hours we spend awake, the more sluggish our minds become, according to the findings. The results support previous data from the same research team that pulling an all-nighter - a common practice at college during midterms and finals -- decreases the ability to cram in new facts by nearly 40 percent, due to a shutdown of brain regions during sleep deprivation.
"Sleep not only rights the wrong of prolonged wakefulness but, at a neurocognitive level, it moves you beyond where you were before you took a nap," said Matthew Walker, an assistant professor of psychology at UC Berkeley and the lead investigator of these studies.
In the recent UC Berkeley sleep study, 39 healthy young adults were divided into two groups - nap and no-nap. At noon, all the participants were subjected to a rigorous learning task intended to tax the hippocampus, a region of the brain that helps store fact-based memories. Both groups performed at comparable levels.
At 2 p.m., the nap group took a 90-minute siesta while the no-nap group stayed awake. Later that day, at 6 p.m., participants performed a new round of learning exercises. Those who remained awake throughout the day became worse at learning. In contrast, those who napped did markedly better and actually improved in their capacity to learn.
These findings reinforce the researchers' hypothesis that sleep is needed to clear the brain's short-term memory storage and make room for new information, said Walker, who is presenting his preliminary findings on Sunday, Feb. 21, at the annual meeting of the American Association of the Advancement of Science (AAAS) in San Diego, Calif.
Since 2007, Walker and other sleep researchers have established that fact-based memories are temporarily stored in the hippocampus before being sent to the brain's prefrontal cortex, which may have more storage space.
"It's as though the e-mail inbox in your hippocampus is full and, until you sleep and clear out those fact e-mails, you're not going to receive any more mail. It's just going to bounce until you sleep and move it into another folder," Walker said.
In the latest study, Walker and his team have broken new ground in discovering that this memory- refreshing process occurs when nappers are engaged in a specific stage of sleep. Electroencephalogram tests, which measure electrical activity in the brain, indicated that this refreshing of memory capacity is related to Stage 2 non-REM sleep, which takes place between deep sleep (non-REM) and the dream state known as Rapid Eye Movement (REM). Previously, the purpose of this stage was unclear, but the new results offer evidence as to why humans spend at least half their sleeping hours in Stage 2, non-REM, Walker said.
"I can't imagine Mother Nature would have us spend 50 percent of the night going from one sleep stage to another for no reason," Walker said. "Sleep is sophisticated. It acts locally to give us what we need."
Walker and his team will go on to investigate whether the reduction of sleep experienced by people as they get older is related to the documented decrease in our ability to learn as we age. Finding that link may be helpful in understanding such neurodegenerative conditions as Alzheimer's disease, Walker said.
Provided by University of California - Berkeley (news : web)
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Dan Dennett fala sobre memes perigosos
Muito bem, alguma coisa semelhante acontece com seres humanos? Tudo isso em benefício de uma causa que não tem nada a ver com a própria aptidão genética, é claro. Bem, já deve ter ocorrido a vocês que Islã significa "rendição" ou "submissão do interesse próprio à vontade de Alá." Bem, são ideias -- e não vermes -- que sequestram nossos cérebros. Será que estou afirmando que uma considerável minoria da população do mundo teve seus cérebros sequestrados por ideias parasitas? Não, é pior do que isso. A maioria das pessoas teve. (Risos) Existem várias ideias pelas quais se pode morrer. Liberdade, se você é de New Hampshire. (Risos) Justiça, Verdade, Comunismo. Muitas pessoas deram suas vidas pelo comunismo, e muitas deram suas vidas pelo capitalismo. E muitas pelo Catolicismo. E muitas pelo Islã. Estas são apenas algumas poucas das ideias pelas quais se deve morrer. Elas são infecciosas.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Interface Cérebro-Máquina na USP em São Carlos
domingo, 10 de janeiro de 2010
Engenharia reversa do cérebro mamífero
Em uma excelente palestra no TED, o neurocientista Henry Markran explica os objetivos e os motivos do Projeto Blue Brain que ambiciona simular o córtex humano em um supercomputador em dez anos. O cientista fala, ainda, sobre uma das teorias sobre o cérebro humano (o cérebro como simulador de uma versão do universo).
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Os melhores cursos gratuitos nas melhores universidades do mundo
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
"Ciência pode ser agente de transformação social", diz cientista
IINN-ELS terá maior supercomputador da América Latina, 111º do mundo
"A Associação Alberto Santos Dumont para Apoio à Pesquisa (AASDAP), organização presidida por Miguel Nicolelis e que faz a gestão do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), recebeu da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL) o supercomputador BlueGene/L, da IBM, com capacidade de 22 teraflops (um teraflop equivale a um trilhão de operações por segundo).
Fonte: http://www.natalneuro.org.br/noticias_brasil/2009-11novembro.asp